
Nem precisou esperar o tapete vermelho do Oscar para Zendaya dar pistas — ainda que enigmáticas — sobre o que todo mundo quer saber: ela já se casou em segredo com Tom Holland? Ao que parece, sim… ou pelo menos foi essa a impressão que pairou no ar durante o desfile da Louis Vuitton, que encerrou a Paris Fashion Week.
Sentada na primeira fila montada sob as galerias do Musée du Louvre, a atriz surgiu em um visual que parecia cuidadosamente calculado para provocar suspiros — e teorias. O vestido branco, minimalista e elegante, tinha algo de nupcial sem ser literal. Linhas limpas, caimento preciso e uma aura quase etérea que lembrava discretamente uma noiva contemporânea.
Mas foi um detalhe minúsculo que chamou mais a atenção um anel dourado usado no dedo anelar da mão esquerda. Em segundos, fotógrafos ampliavam imagens, fãs analisavam enquadramentos e as redes sociais fervilhavam com a mesma pergunta.
Seria uma aliança?
O mistério se intensificou porque o casal, junto desde os tempos de “Homem-Aranha”, sempre cultivou discrição quase absoluta sobre a vida pessoal. E, recentemente, o arquiteto de imagem da atriz, Law Roach, sugeriu que os dois teriam oficializado a união longe dos holofotes, em uma cerimônia íntima.
Como se não bastasse, Zendaya apareceu com um novo corte de cabelo: um bob curto, moderno e estruturado que reforçava o ar sofisticado da produção. Um gesto simples, mas que deu ainda mais frescor ao visual — e ajudou a consolidar o momento como um dos mais comentados da temporada.
Enquanto isso, na passarela…
O diretor criativo Nicolas Ghesquière reafirmava sua visão singular para a maison. À frente das coleções femininas da Louis Vuitton desde 2013, o estilista francês construiu uma identidade própria para a casa fundada em 1854, misturando passado e futuro em proporções quase cinematográficas. Para o inverno 2026/27, o cenário voltou a ser o pátio monumental do Louvre, onde tradição parisiense e experimentação estética parecem coexistir com naturalidade.
A coleção evocava um imaginário de viagem e deslocamento cultural — um tema que acompanha a marca desde sua origem como fabricante de baús no século XIX. Casacos volumosos, chapéus felpudos e silhuetas que lembravam roupas de regiões alpinas sugeriam um inverno quase folclórico, filtrado pelo olhar futurista característico de Ghesquière. Em algumas peças, ilustrações de cordeiros criadas pelo artista ucraniano Nazar Strelyaev-Nazarko acrescentavam um toque artístico, como pequenas histórias bordadas nas roupas.
