O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu na semana passada com integrantes do núcleo duro de sua campanha ao governo de São Paulo. Foi o primeiro encontro do chefe da equipe econômica com o grupo.
Haddad deve sair da pasta e formalizar sua participação na corrida ao Palácio Bandeirantes até o fim da semana.
O marqueteiro Otávio Antunes e o deputado Jilmar Tatto, que assumirá a coordenação de comunicação, compareceram. O chefe de gabinete de Haddad, Laio Moraes, e o deputado Carlos Zarattini, que estará na coordenação da campanha, também participaram.
No encontro com os aliados, o ministro reconheceu que resistiu bastante, mas que, agora que aceitou a missão dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é preciso acreditar.
Alguns dos presentes classificaram a reunião como um bate papo inicial para troca de ideias e um debate sobre a situação política.
Listaram os “desastres” da gestão do governador Tarcísio de Freitas – que concorrerá à reeleição e aparece na liderança das pesquisas -, como “privatizações e falhas em educação e pedágios”.
Todos concordaram com a leitura de que batalha será difícil, mas ponderaram que derrotar Tarcísio não é impossível, porque, em sua avaliação, a atual gestão paulista “é muito ruim”.
Para sustentar o otimismo, querem emplacar a tese de que Tarcísio “é derrotável”.
