quinta-feira, maio 7

Tag: Marcela Rahal

Flávio e Lula têm seus limites: pesquisa revela obstáculos no primeiro turno
Politica

Flávio e Lula têm seus limites: pesquisa revela obstáculos no primeiro turno

A rodada mais recente de pesquisas do instituto AtlasIntel, debatida no programa Ponto de Vista desta quarta, 18, expõe o retrato mais delicado da disputa presidencial até agora: estabilidade com tensão embutida. No cenário sem o governador paulista Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 48,8% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro marca 35%. Os demais nomes orbitam abaixo dos 5% (este texto é um resumo do vídeo acima). Os números indicam liderança folgada do petista — mas não suficiente para dissipar o risco de segundo turno. E apontam também para uma barreira estrutural ao crescimento do senador. Flávio já bateu no teto? Para Yuri Sanches, da AtlasIntel, o filho de Jair Bolsonaro está próximo do limite possível neste momento. “Eu diria que ele está próximo de um teto. Não crava...
A persistência do número 49%: os motivos de Lula para repetir essa porcentagem no segundo turno
Politica

A persistência do número 49%: os motivos de Lula para repetir essa porcentagem no segundo turno

A rodada mais recente de pesquisa sobre a eleição presidencial da AtlasIntel revelou um dado que intriga estrategistas dos dois lados: Lula aparece com 49% das intenções de voto em quase todos os cenários simulados de segundo turno (este texto é um resumo do vídeo acima). Contra Jair Bolsonaro, inelegível e preso, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro ou Flávio Bolsonaro, o percentual do presidente se mantém praticamente idêntico. Os adversários variam — Lula não (exceto contra Eduardo Leite; aí, o número seria 48%). Para Yuri Sanches, da AtlasIntel, o número não é coincidência. “Existe essa consolidação de que ele é o candidato que vai representar a continuidade do governo, o campo progressista e o campo antibolsonarista”, afirmou. O dado remete diretamente ao desfecho de 2022, quando L...
O candidato mais “simpático” para Lula na eleição, de acordo com o vice-presidente do PT
Politica

O candidato mais “simpático” para Lula na eleição, de acordo com o vice-presidente do PT

Vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá, avalia que a candidatura do senador Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto torna o cenário da eleição deste ano mais confortável para o presidente Lula. Em entrevista ao programa Ponto de Vista, o dirigente petista afirmou que o sobrenome Bolsonaro estará na urna — e que isso, do ponto de vista eleitoral, favorece o campo governista. “Político faz qualquer coisa, menos dar tiro na cabeça. O sobrenome Bolsonaro será candidato”, disse Quaquá, ao analisar a movimentação da direita e a provável saída do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, da disputa presidencial. Para o prefeito, o ex-presidente Jair Bolsonaro preferiria lançar um herdeiro político a apoiar um nome competitivo fora do clã. “O Bolsonaro pref...
Os bastidores do Congresso: a estratégia que impede a CPMI do Banco Master
Politica

Os bastidores do Congresso: a estratégia que impede a CPMI do Banco Master

No programa Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, a discussão sobre o futuro da CPMI do Banco Master expôs um movimento calculado do comando do Congresso para conter danos políticos em um ano decisivo. Segundo a análise do colunista José Benedito da Silva, a decisão de não instalar imediatamente a comissão não é fruto de inércia, mas de estratégia regimental (este texto é um resumo do vídeo acima). Apesar de o requerimento já contar com assinaturas suficientes, a abertura formal da CPMI depende da leitura em sessão conjunta — um gesto que está exclusivamente nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Por que a CPMI não sai do papel, mesmo com assinaturas? De acordo com José Benedito, Alcolumbre domina como poucos os atalhos do regimento. Como não há prazo legal que o obrig...
Após festa dos cargos públicos, Câmara manda recado indesejado em plena época de eleições
Politica

Após festa dos cargos públicos, Câmara manda recado indesejado em plena época de eleições

No programa Ponto de Vista, apresentado por Marcela Rahal, a aprovação relâmpago de um pacote de criação de cargos públicos com impacto bilionário reacendeu o debate sobre responsabilidade fiscal e desconexão do Legislativo com a realidade econômica do país. Para o colunista Mauro Paulino, o episódio simboliza um problema maior: a dificuldade das instituições de recuperarem a confiança da sociedade justamente quando mais precisam dela (este texto é um resumo do vídeo acima). A proposta, aprovada pela Câmara dos Deputados, cria 16.000 cargos no Ministério da Educação, outros 1.500 no Ministério da Gestão, além de instituir o Instituto Federal do Sertão Paraibano. O impacto estimado é de R$ 4,3 bilhões ainda neste ano, e o texto agora segue para análise do Senado. Por que a Câmara acelerou a...