
Dira Paes, que recentemente encerrou sua passagem por “Três Graças”, já tem um novo projeto na Globo. A atriz foi convidada a ser a protagonista de “Lá na Minha Terra”, a próxima novela das seis, que contará com o texto de Mário Teixeira e a direção de Allan Fiterman. A estreia está marcada para novembro e sucederá “A Nobreza do Amor”.
Nos bastidores da emissora, já se dá andamento à escolha do ator principal. Nomes como Marcos Palmeira e Fábio Assunção foram cogitados para o papel, mas, no momento, a intenção é repetir a parceria que já se viu em “O Rebu”, “Pantanal” e “Três Graças”. A preferência recai sobre Marcos Palmeira para atuar ao lado de Dira na nova trama.
Na narrativa, Dira interpretará Rosenda, uma mulher do sertão que é mãe de quatro filhos e decide deixar sua terra natal no Nordeste em busca do marido, que sumiu após ir para São Paulo. Contudo, ao encontrá-lo, ela descobre que ele construiu uma nova vida e está casado com outra pessoa, tentando assim apagar as memórias do passado com sua antiga família. Com isso, Rosenda embarca em uma jornada de recomeço na capital paulista, onde enfrentará conflitos familiares, injustiças e uma nova oportunidade para amar.
A escolha de Dira Paes reflete seu prestígio dentro da Globo. Além de ter terminado recentemente sua participação em “Três Graças”, a atriz também está envolvida nas gravações da segunda temporada da série Pablo & Luisão, um dos sucessos mais recentes da plataforma Globoplay.
“Lá na Minha Terra” representa mais uma colaboração entre Mário Teixeira e Allan Fiterman, conhecidos por terem criado dois dos maiores sucessos recentes na faixa das seis: “Mar do Sertão” (2022) e “No Rancho Fundo” (2024). Na Globo, há grandes expectativas de que essa nova produção siga a fórmula que conquistou o público por meio de histórias populares e personagens cativantes com forte identidade brasileira.
Leia Também
Merchandising descarta personagem de Mariana Ximenes em crime de “Quem Ama Cuida”
Novela das nove vira alvo de disputa entre Manuela Dias e Bruno Luperi
Opinião: Amora Mautner transforma sequência de assassinato em arte em “Quem Ama Cuida”
