quinta-feira, maio 28

Mãe do Instagram e outras plataformas intensifica investimentos em inteligência artificial e corta 8 mil postos de trabalho

Nesta quarta-feira (20/5), a Meta, conglomerado de tecnologia responsável por plataformas como Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp, iniciou uma nova fase de demissões que afetará cerca de oito mil colaboradores em diversos países. Essa ação faz parte do plano da empresa para redirecionar investimentos em projetos relacionados à Inteligência Artificial (IA).

Os primeiros avisos foram enviados nas primeiras horas da manhã para equipes na Ásia, conforme informações veiculadas pela agência Bloomberg. Ao longo do dia, funcionários nos Estados Unidos, Reino Unido e outras localidades também começaram a receber as notificações.

Veja as fotos

A Meta é proprietária de várias plataformas digitais, incluindo Instagram e FacebookCrédito: Lucas Lima – Tecnoblog
As redes sociais da Meta incluem Facebook, Instagram, Messenger e WhatsAppCrédito: Reprodução Pexels
Mark ZuckerbergCrédito: Reprodução YouTube Meta
Mark Zuckerberg durante uma entrevista na juventudeCrédito: Reprodução YouTube CBS Sunday Morning

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Com o fechamento do ano fiscal de 2025, a empresa contava com quase 79 mil colaboradores. As recentes demissões representam aproximadamente um décimo do total de empregados. Esta decisão ocorre poucos dias após o anúncio da realocação forçada de cerca de sete mil trabalhadores para novas equipes dedicadas exclusivamente ao desenvolvimento de tecnologias baseadas em IA.

O ambiente interno já estava marcado por uma atmosfera tensa entre os funcionários. Relatórios indicavam um aumento na ansiedade e descontentamento devido às rápidas mudanças implementadas pela liderança de Mark Zuckerberg.

Janelle Gale, chefe global de recursos humanos da Meta, destacou em um comunicado interno que essa reestruturação visa tornar a empresa “mais eficiente”, especialmente diante dos elevados investimentos previstos para IA.

A gigante tecnológica planeja investir entre US$ 115 bilhões e US$ 145 bilhões em infraestrutura e desenvolvimento tecnológico nos próximos anos. O projeto abrange despesas relacionadas à construção de centros de dados, aquisição de servidores e compra de chips avançados.